18 de Fevereiro de 2009


As Troças dos Trastes: entre Tratos e Trotes
6:20 pm - Última Instância

(Ricardo Giuliani Neto)

Não queiram saber a importância da vaca na construção da filosofia.

Vejam só. Neste mundo impregnado de trastes, exatamente quando Charles Darwin, o Pai do Evolucionismo, completaria 200 anos, sucumbimos na falência dos nossos tratos, e a largos trotes afundamo-nos na barbárie. Não sabemos o que fazer com esses os sentimentos éticos e morais, meros trastes.
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18 de Fevereiro de 2009


Pós-Modernidade e Direito (parte IV)
6:17 pm - Diversos - Última Instância

(João Ibaixe Jr)

Diante deste quadro, o direito consegue realizar ou proteger a humanidade do ser humano ou a dignidade da pessoa humana? Para se responder, volte-se ao momento em que se construiu a noção de sujeito, ou seja, volte-se para o embrião do denominado Estado de Direito.

Num resumo bastante apertado, sabe-se que a noção de comunidade em que se fundava na Idade Média a convivência social do ser humano era fornecida pelas bases religiosas comuns. Deitavam na profundidade do sentimento religioso as concepções de mundo que permitiam os pressupostos da vida em sociedade.
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18 de Fevereiro de 2009


Um descuido do Senhor?
6:16 pm - Última Instância

(Ricardo Giuliani Neto)

Alguns tons de verde prendem minha vista. Do claro ao escuro, pudicamente, vão-se mostrando. Há branco, marrom, vermelho, rosas, cores místicas suspensas num quadro de molduras indecisas.

As cabeças vão baixas, procurando um destino que se esvai perdido. Na calmaria, perambulo na multidão de faces reconhecidas.

Ao fundo, uma cantiga litúrgica. Identificá-la, pra que? Estamos mesmo é perdidos na direção do já-definido, do definitivo. Todos na mesma trilha, sós. Os perplexos, postos como estátuas de carne humana; seres estáticos perguntado-se sobre o porquê do cortejo silencioso e da certeza de tantas dúvidas.
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18 de Fevereiro de 2009


Pós-Modernidade e Direito (parte III)
6:14 pm - Diversos - Última Instância

(João Ibaixe Jr)

O ser humano passa a ser um sujeito do ter em sociedade e deixa de ser um indivíduo a existir em comunidade. O comum é estabelecido pelo consumo e não mais por projetos ou ideais realmente comuns.

Como hoje as coisas em si podem ser virtuais, o sujeito também o pode ser, deixando inclusive de ser sujeito e passando a ser um papel, ou seja, um feixe de funções dentro da sociedade, pulverizando-se em sua racionalidade, que então é considerada apenas instrumentalmente. O sujeito como papel de funções é um significado, o significado da função que ele realiza, pois o único elemento necessário é sua razão considerada como instrumento pleno de sua capacidade.
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18 de Fevereiro de 2009


Giuliani, Battisti, Cacciola e Berlusconi
6:12 pm - Última Instância

(Ricardo Giuliani Neto)

Criminosos? Opa!!! Falo por mim e contra o Cacciola. Sobre Battisti, não me cabe julgá-lo. Cacciola, brasileiro como Eu, falo de condenado pelas leis do meu país, ou melhor, do nosso país. Berlusconi, dono do Milan; por ele, ou dele, falem os italianos.

O que temos os quatro em comum? Somos fruto da mesma Itália-mãe.
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18 de Fevereiro de 2009


Pós-Modernidade e Direito (parte II)
6:10 pm - Diversos

(João Ibaixe Jr)

Normalmente, utilizam-se as expressões sujeito, indivíduo, cidadão, pessoa, como sinônimos todos de ser humano, mas para desvendar-se o problema, há que se considerar as expressões mais cautelosamente. Aqui se fará uma distinção primeira entre indivíduo e sujeito. As demais expressões serão acompanhadas das necessárias e decorrentes explicitações de acordo com o desenvolvimento do texto.

O ser humano vem sendo visualizado, compreendido, entendido, estudado e conceituado de modo diferente ao longo da história do pensamento, da filosofia e do direito. Indivíduo é o ser humano que se percebe em sua totalidade, numa compreensão integral de si mesmo, como uma unidade completa, mas que, para viver necessita e deseja conviver, ou seja, existir em comunidade.




18 de Fevereiro de 2009


Frescura de gringo?
6:08 pm - Última Instância

(Ricardo Giuliani Neto)

Bueeeenas!!!

Eis o cumprimento do gaúcho na primeira vista do dia.

Por aqui os homens são “vivente” e as mulheres “guria” ou “prenda”. Isso mesmo, nada de acordo ortográfico… pura mania. O plural de homem, por aqui, é vivente, mesmo, mulheres, guria… Dizem alguns, viventessss ou guriasss, soaria “um tanto fresco”. Ou, como se diz lá pra cima: frescura de gaúcho.

“No rio grande é diferente/ até a maneira de falar/ lindo é ver a nossa gente/ no galpão a conversar”. Um poemeto, daqueles de exaltação da “soberania gaúcha”.
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18 de Fevereiro de 2009


Somos casa-de-vidro
6:06 pm - Última Instância

(Ricardo Giuliani Neto)

Coisas sérias podem se espatifar no concreto dos vidros. Na verdade, caras (ex)postas prum mundo a procura de bichos.

É, vi ontem um bicho.

São jogos jogados com regras postas a posteriori; não são jogos, são gratuitas exposições. Os players buscam o gozo do ridículo, o manto do imundo, as regurgitações vendedoras de PPV (em tupiniquês, pague para ver).

Procurem na imundície do pátio.

Caminhe no shopping; sanduíches, roupas íntimas, carros, TV-LCD, casas-de-vidro e miséria humana. Tudo à venda. Gente, comida e lixo, humanos, postos à vista de quem quiser —e de quem pagar pra— ver. Estão entre os detritos porque se querem nús.
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