(Ricardo Giuliani Neto)
Pois é, mais um ano se vai, ou como certa vez eu mesmo disse, se esvai. Na verdade, a década se está esvaindo. São dez anos de distância entre hoje e os dias que antecederam o fim do mundo. Recordam-se?
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(Ricardo Giuliani Neto)
Pois é, mais um ano se vai, ou como certa vez eu mesmo disse, se esvai. Na verdade, a década se está esvaindo. São dez anos de distância entre hoje e os dias que antecederam o fim do mundo. Recordam-se?
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Um recado de final de ano…
(Ricardo Giuliani Neto)
Querido filho, antes de mais nada devo pedir permissão aos meus leitores porque, hoje, não vou falar nada de direito, nada de política, nada de interesse jurídico. Tenho a certeza de que todos me compreenderão; hoje vou “roubar” este espaço privilegiado para, só hoje, entregá-lo a ti.
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(Ricardo Giuliani Neto)
Final de ano tem dessas coisas: nossos sonhos materiais devem se realizar. E assim vamos nós fazendo de tudo para que um troço aqui, uma tralha acolá, incendeie de poder nossas (ir)racionalidades consumistas.
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Recado para o Grau C e sobre as notas finais.
(Ricardo Giuliani Neto)
Não vejo outra alternativa para o nosso Brasil que não seja a imediata adoção do parlamentarismo. Mas não tenho ilusão alguma de que este Congresso que está aí jamais reunirá dignidade suficiente para aprovar uma medida com essa ordem de grandeza. Seria pedir demais. Parlamentarismo já!
Na verdade, e já escrevi sobre isso, precisamos é de uma Assembleia Nacional Constituinte com banheira; ou seja, quem estiver na Assembleia não poderá pleitear eleição para qualquer posto, executivo ou legislativo, na legislatura seguinte. Somente assim acho que os interesses corporativos dos congressistas cederão lugar aos interesses nacionais. Vamos combinar: ter que fazer uma proposta deste naipe, já é dureza.
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(Ricardo Giuliani Neto)
É de ciência que eu preciso. Já não compreendemos mais nada dos contados pelos cantos do nosso mundo. Preciso entender de Arruda e de Bezerras.
Vejo Brasília e encontro arrudas e bezerras. Rorizes e Josés Inácios. Leilões para botar bezerras nos bolsos e pastas 007 entupidas de maços e maços de grana gorda. Meu Deus, quero ciência!
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