22 de Fevereiro de 2010


A alínea do inciso do parágrafo do artigo
5:22 pm - Diversos - Última Instância

(Ricardo Giuliani Neto)

Para os que não perderam a vida na matança do trânsito do carnaval, tudo recomeça a partir da quarta de cinzas. Interessante e trágico. Discussões importantes só têm início e desejo de desfecho após o fechamento dos armários empanturrados de fantasias. Guardadas as transformações e os sonhos reais, inicia-se mais uma campanha da fraternidade – que neste ano pedirá, ecumenicamente, mais homens e menos dinheiro. Abre-se o período doutras fantasias: as que precisam acontecer na vida real.




18 de Fevereiro de 2010


Prenderam o Arruda: “Hoje não! hoje não! hoje sim…”
6:17 pm - Última Instância

(Ricardo Giuliani Neto)

Já escrevi sobre o Arruda e seus escândalos. Já chamei a atenção sobre o Joaquim Roriz e o povo do Distrito Federal. Mas não custa nada falar, outra vez, sobre Arruda, Roriz e o judiciário do meu País.
(…)




10 de Fevereiro de 2010


Esselentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito
10:51 am - Última Instância

(Ricardo Giuliani Neto)
Óbvio, mais que lento é lentíssimo. Sim! Não falo de qualquer um, falo daquele membro de poder que recebeu a missão de dar a justiça; esse mesmo, o lento, o lentíssimo juiz de direito; esse[+]lentíssimo = esselentíssimo…




3 de Fevereiro de 2010


Regulação sobre os conglomerados financeiros: o fim do mundo?
9:06 am - Última Instância

Buenas tardes e fui chegando. Entrei na agência postal mais austral do mundo; a agência do correio argentino que fica localizada dentro do Parque Nacional da Terra do Fogo, em Ushuaia. É um friozão de rachar. Aqui tem-se basicamente duas estações: frio e muito frio!

Buenas tardes e fui entrando e dei de cara com uma fotografia estampada num ponto nobre do casebre oficial. Bem arrumado, asseado, era uma agência postal montada bem ao estilo dos anos 20; tinha carimbos, caixas e um montão de cartões para serem adquiridos e distribuídos para todos os cantos do planeta. O cheiro era de tempo não passado. O casebre de madeira, plantado sobre um trapiche muito antigo, era cuidado por um senhor de barbas brancas e olhar atento. Todos os estrangeiros que por lá passavam, ou caminhavam embasbacados pela beleza das inúmeras obras de arte por ali deixadas pelo Senhor Deus, ou pensavam em mandar para si mesmas um cartão postal com os dizeres: Mandei-me um postal diretamente do fim do mundo.
(…)